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Arquivo de 'Matérias'



Escrito por Clarice Falcão Brasil 28.12.16 Matérias, Música
“Irônico” é eleita uma das músicas brasileiras que mais tocaram pela beleza em 2016

E o ano ainda não acabou para Clarice Falcão! O jornalista e crítico musical Mauro Ferreira divulgou, nesta terça-feira (27), a lista das dez músicas brasileiras que mais o tocaram ao longo do ano por esse único, controvertido e subjetivo critério: a beleza, como parte da série Rebobinando 2016.

Entre os grandes nomes, Clarice não ficou para trás, não. “Irônico”, o primeiro single do segundo álbum de estúdio da cantora, Problema Meu, ocupa uma das posições das melhores músicas nacionais deste ano, segundo Ferreira. Confira logo abaixo:

Irônico (Clarice Falcão) / Intérprete: Clarice Falcão – A fina ironia sempre pautou e valorizou o cancioneiro controvertido de Clarice Falcão. Irônico é a melhor música de Problema Meu, segundo álbum desta artista que tira onda com a própria obra autoral.

Você pode conferir a lista completa clicando aqui.

Vale lembrar que o disco Problema Meu também foi eleito um dos melhores discos nacionais do ano, segundo os sites Tenho Mais Discos Que Amigos! e o Brasileiríssimos.

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Escrito por Clarice Falcão Brasil 22.12.16 Matérias, Música
Clarice Falcão sobre repercussão de novo clipe: “Achava que isso já era informação dada”

Após o lançamento do videoclipe para o single “Eu Escolhi Você” nesta terça-feira, 20, Clarice Falcão se tornou um dos principais assuntos em todo o Brasil devido à repercussão do clipe, o qual foi retirado do YouTube, após quase dez horas no ar contabilizando poucos menos de 300 mil visualizações, por exibir órgãos genitais de maneira artística, sem nenhum tipo de cunho sexual.

Em comunicado oficial enviado à imprensa, a cantora se manisfestou sobre tamanha repercussão do mais novo single de seu último álbum, Problema Meu. “A minha intenção não foi chocar ou fazer um clipe de cunho político. Eu sabia que ia causar algum rebuliço, obviamente, mas nunca chocar – ainda mais nesse nível. Inclusive, eu mesma estou chocada por as pessoas terem se chocado dessa forma: com o fato de outras pessoas terem genitais. Eu achava que isso já era uma informação dada”, afirmou.

Clarice também chegou a comentar do fato do YouTube ter retirado o videoclipe do ar e afirmou que ainda está recorrendo à rede social e aguardando a resposta. Falcão relembrou que, pelas regras, pode conter nudez se não for conteúdo pornográfico, mas artístico. “Vejo o clipe como essencialmente artístico. É importante atentar para o fato de ter causado tanto ódio, esse é o verdadeiro fator preocupante. O que ele trouxe à tona foi o quanto as pessoas têm muita raiva de ‘piru’ e de ‘pepeca'”, continuou.

Questionada de como surgiu a ideia do clipe, a cantora lembra: “Na verdade tive um sonho a respeito do clipe, que seria apenas com ‘pirus’ e ‘pepecas’. Eu falei para os meninos e a gente se empolgou de fazer. Foi entre amigos, zero pretensioso”.

O clipe, infelizmente, ainda está fora do ar no YouTube, mas você pode assisti-lo no Clarice Falcão Brasil clicando aqui.

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Escrito por Clarice Falcão Brasil 16.12.16 Matérias, Música, Premiações
“Problema Meu” é eleito um dos melhores discos nacionais do ano

Todos os anos, o Tenho Mais Discos Que Amigos, umas das principais fontes brasileiras de notícias musicais e discos de vinil, elege os melhores discos nacionais e internacionais do ano.

Nesta sexta-feira, 16, foram divulgados os 50 melhores álbuns nacionais lançados no ano de 2016 e Problema Meu, último trabalho no ramo musical de Clarice Falcão, se encontra nas primeiras posições, figurando o quarto lugar no ranking na frente de grandes artistas como Céu, Fresno e Liniker e os Caramelows.

Confira logo abaixo:

04 – Clarice Falcão – Problema Meu

Em seu segundo disco de estúdio, a cantora Clarice Falcão resolveu deixar os violões em segundo plano e se aprofundou em produções ainda mais cheias e interessantes. Produzido por Kassin com colaboração de Diogo Strausz, Problema Meu tem influências no rock, no eletrônico e, sobretudo, nas várias vertentes da música indie.

Apesar da drástica mudança sonora, as notáveis letras da cantora ainda estão presentes – e melhores que nunca. Clarice disserta sobre os assuntos mais diversos de uma forma tão suave que, em um primeiro momento, faz parecer que tudo é muito simples – mesmo quando resolve falar sério, como em “Eu Sou Problema Meu” e “Vagabunda”.

Ao longo de todo o álbum, cada canção tem particularidades especiais, camadas e camadas de instrumentalização e até uma cover inesperada e soturna do hit dance “L’amour Toujours (I’ll Fly With You)”, que tornam cada detalhe do álbum algo único.

“Problema Meu” foi lançado no primeiro semestre de 2016, com exclusividade pelo serviço de streaming do Spotify sendo disponibilizada, logo após, em todas as plataformas digitais, e marcou uma drástica mudança sonora na carreira de Clarice, sendo muito bem recebido pela crítica e nas paradas musicais.

Você pode ouvir o álbum completo clicando aqui.

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Escrito por Clarice Falcão Brasil 26.11.16 Entrevistas, Matérias
Clarice Falcão concede entrevista ao Brasileiríssimos

O portal Brasileiríssimos – considerado o maior projeto de valorização da cultura brasileira e de artistas autorais – divulgou, na noite deste sábado (26), uma entrevista realizada com Clarice Falcão, que falou um pouco mais sobre seu processo criativo, feminismo, sua carreira e muito mais.

Leia a matéria na íntegra logo abaixo:

Clarice Falcão é multitalentosa: É cantora, atriz, roteirista, humorista e ainda consegue um tempinho pra ser linda.

Nessa entrevista, a artista – que lançou recentemente aquele clipe lindo e feminista – estará em Pinheiros – SP, para um show no Estúdio, no próximo dia três de dezembro.

Falamos sobre arte, processo criativo, feminismo e novos projetos.

1. Você já trabalhou em alguma coisa desconexa da arte? Consegue se enxergar fora do universo artístico?

Nunca pisei fora do universo artístico. Consigo me enxergar em muitos universos diferentes, mas acho difícil conseguir explorá-los de fato. A arte é um universo imenso e cheio de possibilidades, a verdade é que eu não conseguiria fazer tudo que quero artisticamente nem se eu tivesse três vidas.

2. Suas letras são bem-humoradas e aparentemente autobiográficas. Você se inspira nas suas vivências para compor? 

Eu me inspiro em vivências minhas, de outras pessoas, de pessoas que eu invento. Gente é uma fonte inesgotável de material. Andar na rua, ir numa festa, conversar com um desconhecido: tudo pode servir de inspiração. Tanto pra uma música como pra um roteiro, uma esquete, uma peça, um personagem.

3. Por falar nisso, como funciona o seu processo criativo?

Varia muito. Às vezes a ideia vem pronta, exatamente como ela vai ser (ou pelo menos já dizendo como ela quer ser). Às vezes a ideia vem de um jeito específico e no processo ela vai mudando, até um ponto em que eu fico surpresa: “espera aí, aquela ideia virou isso?”. Já escrevi e compus por encomenda, o que por um lado é difícil (pouca liberdade) mas por outro lado é bem mais fácil (pouca liberdade). De vez em quando eu sento com o violão e fico esperando pra ver se alguma ideia aparece. Em geral não aparece nenhuma, mas quando alguma aparece é uma ótima surpresa.

4. Você tem um trabalho preferido em toda a sua carreira?

Estou muito apegada ao Problema Meu. Gosto muito das músicas e estou cada vez mais feliz de fazer esse show. Minha música preferida é Vagabunda. Mas espero que meu melhor trabalho ainda esteja por vir.

5. Pode nos contar um pouco sobre a sua relação com o feminismo?

Me considero feminista. Cresci cercada de mulheres por todos os lados. Tenho apenas irmãs mulheres. Minha mãe teve apenas irmãs mulheres. Minha avó foi uma das mulheres mais interessantes que eu já conheci (ela morreu quando eu tinha três anos, então não sei se “conheci” é a melhor palavra, mas as histórias dela me acompanharam durante a vida toda). Sou fascinada por mulheres fortes. Mesmo em condições adversas, tivemos muitas figuras femininas inspiradoras. É doido imaginar o que as mulheres não seriam capazes de fazer se tivessem os mesmos direitos e oportunidades. O machismo da nossa sociedade é contra-producente para a própria sociedade.

6. Quais são os seus projetos futuros?

Gosto muito de escrever, compor e atuar. Adoraria juntar os três em uma obra só. Minha vontade é fazer um musical.

(via Brasileiríssimos)

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Escrito por Clarice Falcão Brasil 12.09.16 Matérias, Revistas & Jornais
Harper’s Bazaar Brasil: “As duas faces de Clarice Falcão”

O portal online da revista Harper’s Bazaar Brasil publicou, nesta segunda feira (12), uma matéria sobre Clarice Falcão e seu mais recente projeto cinematográfico, o filme “Desculpe o Transtorno“. Além disto, a cantora concedeu uma entrevista à revista, aonde falou um pouco mais sobre a personagem Bárbara, contracenar ao lado de Gregório Duvivier e, também, sobre a crise de seus 30 anos.

Confira a matéria completa logo abaixo:

AS DUAS FACES DE CLARICE FALCÃO
Ao lado de Gregorio Duvivier, ela volta às telonas em Desculpe o Transtorno

A dicotomia entre ser atriz ou cantora move Clarice Falcão. Aos 26 anos, com a turnê em curso de seu bem-sucedido Problema Meu (lançado em fevereiro), ela faz um desvio de rota. O pit stop acontece nos cinemas, ao lado de Gregorio Duvivier, ex–marido e ex-companheiro do Porta dos Fundos, em Desculpe o Transtorno, do diretor Tomás Portella. No longa, Eduardo (Duvivier) sofre de transtorno de personalidade e fuga da realidade ao se ver em situações decisivas. Após a perda de um ente querido, ele assume Duca, o alterego carioca e boêmio, que se encanta por Bárbara (Clarice) em uma situação de extrema urgência. A partir dali, toda vez que tem de decidir, oscila entre o fanfarrão e o nerd coxa-paulistano, que tem uma vida monótona, regrada e um namoro “tchuco” com Dani Calabresa. Apesar de fantasioso, baseia–se em alguns aspectos reais de relacionamentos e pincela casos de codependência.

“Acho que todo mundo já lidou com alguém assim”, diz Clarice à Bazaar. “Ou você mesma não foi totalmente sincera ou verdadeira em determinado momento. Às vezes, é até pior se sentir a pessoa duas caras.” A personagem assume que gostaria de ser poligâmica, mas, para a atriz, as coisas não são bem assim. “Já fui mais apegada. Estou num processo de ser cada vez menos. Acho que a gente tem de parar de romantizar o ciúme e a possessividade. Era muito assim… Escorpiana! Quero me livrar desse tipo de coisa.”

Ainda que não estejam mais casados, como na época da filmagem (outubro de 2014), Clarice afirma que gosta de contracenar com Duvivier. “A gente sempre se deu muito bem. Já trabalhamos muito juntos. Foi muito fácil, divertido”, argumenta. “Para escrever, atuar ou compor,quanto mais intimidade você tem com a pessoa, mais ousa e mais coisa legal sai disso”, explica, tentando creditar essa proximidade ao sucesso do Porta. “Muita intimidade… Assim que me senti no filme.”

Com os 30 batendo à porta, e com ele a famosa crise, Clarice conta que tem esse clique todo dia. “Como faço muita coisa, quando troco de focorola um pouco disso, de ficar agoniada e pensando ‘será que eu não quero fazer outra coisa?’. Quando fiz a primeira turnê do Monomania, tive uma crise pesada de não saber se queria ser só cantora ou se queria ser atriz. Os dois de uma vez ou um a cada hora”, relembra. “Teve uma hora que precisei repensar. Até saber qual o tamanho que queria ter. Começou a fugir do controle e dei uma freada.” Para ela, que se entende rápido com as coisas, é bom ter opções.

FONTE

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